- V - | The Terror Personal Games

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Dan - O enforcado

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1 Dan - O enforcado em Sex Jul 29, 2011 2:41 pm

AlexBarros

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Trigoviste - Dezembro 1225

Dan houve passo se aproximando da cela onde esperava pelo seu triste fim. Logo ele, pego no seu mais audacioso golpe. Roubar as "jóias" da Duquesa de Oltênia.

- Um triste fim para uma carreira promissora. - dizia alguém do outro lado da pesada porta de madeira maciça. - Tenho uma proposta para você meu jovem senhor. Se aceitá-la além da sua liberdade terá dinheiro e poder para poder gozar a sua vida e ainda se vingar dos homens que lhe puseram nesta situação.

A pesada porta se abre. A luz incomoda um pouco a visão de Dan. O homem entra na cela e fica próximo a porta que é fechada assim
que ele para.

Dan olha para aquele homem. Ele se veste com trajes finos. Parece ser um nobre. "Por que um nobre me ajudaria?" pensava.

Algo naquele homem o intrigava, não sabia se era a postura, sua cor muito branca como se convalescesse de alguma doença. Ou se era o olhar que apesar de falar com tranqüilidade passava uma leve inquietação.

- Não jovem senhor... Não me responda ainda. Vamos ver suas opções. - o homem retornava a falar - Você amanhã pela manhã será enforcado com os primeiros raios de sol. Depois terá seus bagos cortados e costurados a sua boca. E terá sua cabeça pendurada numa lança para servir de exemplo aos mesmos que tentarem cometer o mesmo delito que cometera.

--------------

Um ano antes

- Dan! Maldido garoto! - Sr. Romanescu gritava pela feira a procura de seu servo. - Quando encontrá-lo ele irá pagar por isso.

Dan estava como sempre andando pela cidade para conhecê-la. Sempre fazia isso assim que o circo chegava para uma feira. Esta era sua primeira vez na capital então as suas perspectivas eram grandes.

Entretido no passeio nem se dera conta que o dia já acabava e o Sr. Romanescu já deveria estar o procurando para as atividades do primeiro dia na cidade. Ficariam por um mês na capital então deveriam preparar muitas cenas.

Então correndo retornou para o acampamento.

- Por onde andava Dan! - gritou Romanescu ao ver o jovem. - Temos muito a fazer!

O acampamento era grande, a trupe era formada por 15 artistas além de Dan e do próprio Sr. Romanescu.

Irina, Melenieva e Ivan eram a esposa e filhos de Igor Romanescu. Eles descendiam de uma longa linhagem de artistas dizem que muitos chegaram a entreter reis e imperadores. Haviam ainda artistas de várias nacionalidades, porém quem mais era próximo de Dan era Proust um malabarista.

Proust nas apresentações fazia graça ao tentar equilibrar panelas, garrafas numa vara de madeira ou com malabares em fogo. Mas a habilidade que fizera que Dan se aproximasse dele era a sua exímia habilidade com as facas.

Proust era esquio, mas com os músculos trabalhados. Quem olhava para ele não acreditava que este homem podia segurar um javali. Ele sempre falava para Dan, "o segredo está no equilíbrio e nas pernas".

Muitas vezes o velho Proust "salvava" Dan de seus castigos, sendo para ele um verdadeiro tutor.

- Ora ora! Dan retormou! Encontrou aquelas facas de prata que eu pedi? - dizia Proust ao ver que Dan estava mais uma vez com problemas.

- Ah não! Desta vez ele não irá se safar desta Proust.

- Ora velho amigo... o garoto estava me servindo. Como sou sua estrela maior você vai relevar não vai?

O velho Romanescu espumava de raiva, mas não podia fazer nada Proust era realmente seu trunfo ele sabia.

- Esta será a última vez Proust que irá salvar a pele do garoto! Na próxima cidade Ivan irá servi-lo! - disse ao se afastar.

- Então Dan, algo que valha a pena nessa cidade?




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2 Re: Dan - O enforcado em Sab Jul 30, 2011 8:53 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
- Bastante coisa. O comércio daqui é excelente e há bastante gente endinheirada que vive entediada. Eles tendem a gastar quando se empolgam!
Dan levanta uma caixa de madeira para Proust com um belo sorriso no rosto:
- Essas facas aqui estão boas?

3 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 02, 2011 2:45 pm

AlexBarros

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Proust olha para o jovem, tentando inutilmente disfarçar a preocupação no olhar. Enquanto responde.

- Não vamos treinar os arremessos esta noite. Estou muito cansado. Esta viagem foi longa e cansativa. Como enquanto você passeava pela cidade eu fiquei aqui arrumando as coisas sem a sua ajuda. Agora e minha vez de conhecer alguns locais.

Ele se estica com uma boa espreguiçada, depois apanha uma sacola. E olha para o garoto.

- Então! Vai ficar aí o tempo todo parado? Vamos, afinal você perambulou pela cidade toda. Com certeza encontrou algum lugar bom para eu poder beber um vinho e comer alguma coisa boa. Vamos!

Antes de sair, Proust pega duas de facas e as coloca num cinto para facas que ficava por baixo de sua casaca, e seguindo Dar o acompanha para a saída do acampamento.


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Aleph Rötgrafen


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4 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 02, 2011 5:14 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
E assim que Dan se afastou o suficiente de Romanescu ele agradeceu:
- Obrigado, Proust.
Dan havia percebido o olhar mal feito de Proust. Ele sabia que o rabugento do Romanescu tinha enchido sua paciência:
- Te devo essa... Eu pago as bebidas hoje! Eu conheço um lugar que é, de fato, interessante...
Ele sorria maliciosamente:
- Aonde a comida é boa e as mulheres são faceis!

5 Re: Dan - O enforcado em Qui Ago 04, 2011 4:30 pm

AlexBarros

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Dan conduz Proust até uma taverna na cidade baixa de Trigoviste. Neste local, podia-se encontrar com facilidade mercenários, capangas, seguranças de caravanas.

Os dois amigos entram e se sentam numa mesa próxima ao canto direito do salão. Não demora muito já são servidos e durante a refeição conversam sobre a viagem. Num determinado momento reparam que numa mesa próxima uma senhora bem vestida está a sós com uma taça de vinho pousada na mesa.

Ela veste um longo vestido na cor verde musgo, com um véu verde claro cobrindo parcialmente o rosto que segue até a altura dos seios. Mesmo com o véu seus cabelos ruivos ondulados podem ser percebidos. Ela calmamente sorve de sua bebida enquanto observa a ação na taverna.

- Quem é ela? - pergunta Proust ao seu amigo.

Dan com uma jogada de ombros responde um "sei lá!"

Neste momento uma jovem que os servia, ouve e responde.

- Esta é Lady Catarina. Uma nobre que sempre vem aqui. Se senta naquela mesa bebe uma garrafa de vinho e parte. Bem meus amigos, irei buscar mais vinho para nós. - diz e sai rebolativa em direção ao balcão.

Proust olha para o jovem e pergunta:

- Você vai até a tal Catarina?


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6 Re: Dan - O enforcado em Sex Ago 05, 2011 3:20 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
Com uma espécie de desprezo, Dan admirava o corpo da bela Catarina:
- Sangue azul...
Ele bebeu o resto de sua bebida em um só gole e foi conversar com a moça, sem falar mais nada com Proust. Dan parecia meio alterado devido as bebidas:
- E aí, gata...
Dan puxou uma cadeira e sentou-se com o encosto virado pra frente:
- ...Como vai a vossa nobreza???

7 Re: Dan - O enforcado em Sex Ago 05, 2011 3:47 pm

AlexBarros

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Catarina tomava seu vinho observando o movimento na taverna como sempre fazia todas as noites. Ela havia estranhado os dois homens sentados próximos a ela. Porém pensava "como sou uma nobre eles não irão me incomodar", mas o mais jovem dos dois.

Ele era jovem forte, braços rijos, que não escondia. Tinha cabelos de fogo longos na altura dos ombros. Estavam desgrenhados como os de alguém que acabara de brigar. Sua pele branca ainda com o tônus da juventude agradou Catarina. Porém o cheiro do vinho que acabara de beber enquanto comia com seu acompanhante era seu perfume.

- Desculpe senhor, mas o lugar está ocupado. - disse fria enquanto o jovem decido sentava a sua frente

Ela voltou a sorver outro gole do vinho em sua taça. Olhou para o jovem a sua frente, que ignorara suas palavras e agora apoiava o cotovelo direito na mesa.

- O que deseja camponês? - seu tom era de extremo desdém com a origem do jovem.


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8 Re: Dan - O enforcado em Sex Ago 05, 2011 7:06 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
Sem perder tempo, Dan atirou a primeira pedra:
- Você.
Ele suspirou, e começou a falar:
- O que traz uma donzela como você, da nobreza, numa taverna como essa TODAS as noites?
Ele começou a gesticular levemente com as mãos:
- Você tem uma vida ganha, e no entanto fica aqui perdendo seu tempo num lugar cheio de pessoas como nós. Será que você é maluca?
Dan sorria como se tivesse a faca e o queijo na mão:
- Ou será que você nunca gostou da vida que levou? Cheia de homens idiotas te cortejando, segurando sua mão como se você fosse feita de açúcar e falando as maiores idiotices... e são sempre as MESMAS idiotices?

9 Re: Dan - O enforcado em Seg Ago 08, 2011 7:27 am

AlexBarros

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Catarina aparentemente se divertindo com as palavras do estranho, balança a taça fazendo com que o vinho rode no seu interior enquanto umedece os lábios enquanto dá uma mordiscada no lábio inferior.

- Talvez, eu disse talvez você esteja certo forasteiro. Ou talvez o louco seja você, pois com tantos outros homens neste local nenhum tivera a coragem de me perturbar em meu solitário prazer de beber um bom vinho.

Ela volta a olhar para o jovem.

- Quem sabe o meu desejo é somente beber deste vinho? Ou eu posso realmente estar cansada dos jogos da corte. Jogos que não são muito mais cansativos e entediantes do que me esquivar de seus galanteios. Acho que seu amigo está o aguardando. - diz indicando Proust que estava caído sobre a mesa.

Ela bebe todo o conteúdo restante da taça num só gole. Serve o restante do vinho na taça e a deixa descansando calmamente na mesa

- Agora se me dá licença, devo retornar a minha casa. Mas prove do meu vinho. Quem sabe nos veremos novamente Dan.

O fato dela saber seu nome deixa Dan por alguns instantes sem reação, neste momento ela se levanta e parte em direção a porta, saindo da taverna.


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10 Re: Dan - O enforcado em Seg Ago 08, 2011 6:21 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
"Mas que #####... Eu não disse meu nome... Disse???"
Dan estava imerso em pensamentos, enquanto observa a silhueta de Catarina ao sair:
"Acho que eu disse o meu nome..."
E nisso ele se virou para observar o seu companheiro que estava em outra dimensão nessa altura do campeonato:
"...É... Acho que eu disse sim!"
Dan se levantou e levou seu amigo para o acampamento. Como prometido, ele pagou a conta e saiu pensando no que dizer pro filho da mãe do Romanescu quando ele visse sua maior estrela completamente alcoolizada.

11 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 09, 2011 2:07 pm

AlexBarros

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Dan com dificuldades leva o amigo de volta para o acampamento da trupe. Silenciosamente ele entra e sem ser visto coloca Proust em sua cama.

Sozinho, no escuro de sua cabana Dan se recorda da mulher da taverna. "Mas eu podia jurar que não disse meu nome...", com esse pensamento Dan acaba por cair em sono. Um sono repleto de pesadelos com a sensação de alguém no escuro que fica a lhe observar.

Na manhã seguinte, Dan inicia os afazeres normais, preparar ferramentas, arrumar o lugar para as apresentações. Mesmo com a ajuda de outros membros da trupe o dia foi bastante massacrante, reflexos de uma noite mal dormida. Durante todo o dia Dan não encontrara Proust, nem mesmo Romanescu aparecera para pertubá-lo como o de costume.

Ao cair da noite, véspera da primeira apresentação na cidade. Romanescu vem ao seu encontro:

- Dan seu cretino de uma figa! Onde levou minha estrela na noite anterior? Agora eu estou perdido! Proust está com uma febre que não cessa por nada! Preciso de um médico! Vá! vá seu estrupício buscar um antes que eu perca mais um membro esganando você com minhas próprias mãos!

Mais pela amizade à Proust que pela ameaça de Romanescu, Dan corre pela cidade até o consultório de um médico. Em sua caminhada no dia anterior esse foi um dos locais que marcou na memória além das tavernas e alguns prostíbulos da cidade. Afinal nunca se sabe quando o trabalho de um médico será necessário.

Ao chegar no consultório, Dan vê que um homem carregando uma maleta está trancando a porta se preparando para ir embora.

- Senhor! Senhor! Precisamos de sua ajuda! - grita Dan correndo em direção ao médico.

O homem se assusta a ouvir os gritos do forasteiro. Põe a mão livre sobre a cabeça arrumando os cabelos desalinhados. E põe-se a passos largos na direção do jovem.

- Pois não meu filho, leve-me ao enfermo! Mas no caminho me adiante o que ele está sentindo. Pois se for necessário passamos na botica de um amigo para comprar alguns ungüentos e ervas para ajudá-lo. - diz o médico ao passar pelo jovem.


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12 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 09, 2011 3:43 pm

paozinhodebatata


Neófito
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Dan saiu rapidamente acompanhando os passos largos do médico:
- Ele está com febre!
Ele ofegava enquanto falava, mais por desespero do que por cansaço e nada parecia fazer muito sentido:
- Febre ... apresentação hoje ... Nada faz passar ... Fomos num bar ontem!
E assim, no calor da situação, Dan se esqueceu de Catarina.

13 Re: Dan - O enforcado em Qua Ago 10, 2011 7:27 am

AlexBarros

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- Entendi. - após ouvir Dan foi a única palavra seca que o médico disse.

Então o médico fica calado e segue o jovem até o acampamento.

Romanescu leva o médico até o local onde Proust estava. Os dois ficam a sós por uma hora, onde poucos ruídos são ouvidos mas cada vez que um era ouvido era como se uma criatura das profundezas pisasse na terra. Após esse período, o médico sai limpando as mãos.

- Sr. Romanescu, cheguei a tempo, mais alguns minutos o homem teria morrido. Ele convalescia de uma doença comum aqui, mas por serem forasteiros talvez não possuam o organismo preparado. Em alguns de nossos alimentos, principalmente os pães mais tradicionais costumam fazer esse efeito. Amanhã dêem muito leite para ele beber com essas ervas, - diz entregando algumas folhas - que ele estará preparado para voltar as suas atividades no final do dia. Por hora ele deve repousar.

Todos os membros esperavam ansiosos pelas palavras do médico. Ao ouvirem que Proust estava vivo e que poderia se apresentar removeu toda a tensão e medo, deixando no clima um ar de alívio.

- Mas doutor... não seria melhor ele repousar por mais dias? - perguntou a filha de Romanescu.

- Não se fará necessário. Se seguirem minhas indicações ele estará bem no final do dia. Basta que ele descanse esta noite e amanhã beba o leite com o sumo das ervas. Mas deixarei bem claro! Ele não deve beber ou comer mais nada que não seja o leite com as ervas. - respondeu o médico com ar sério.

Sr. Romanesco se aproxima do médico e entrega-lhe algumas moedas de ouro enquanto agradece pelo atendimento.

- Dan acompanhe o doutor até sua casa. Ele deve estar cansado. Leve a maleta dele. - diz Romanesco com o natural tom de voz.

- Obrigado, estou realmente cansado pelo dia longo que hoje tive. Então meu jovem podemos ir?

Então Dan e o médico partem em direção a casa do doutor.

- Dan... não é isso? Me chamo Dr. Eduardo. Eu me lembro que você falou que foram a um bar ontem... Poderia me dizer qual fora esse bar? Ou alguma coisa que fosse marcante?




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14 Re: Dan - O enforcado em Qua Ago 10, 2011 8:58 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
Dan respirava aliviado por saber que seu amigo estava bem e que o tratamento era uma mão na roda.
Dan deixou um sorriso se formar em sua boca se lembrando do bar:
- Foi a taverna Krönenberg. Bom... É um bar como qualquer outro... Com bebidas, comidas...
E foi aí que ele voltou a realidade, Dan lembrou-se de Catarina. Mas fez o possível pra disfarçar o medo que ele sentia:
- ...mulheres...

15 Re: Dan - O enforcado em Qui Ago 11, 2011 8:41 am

AlexBarros

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O médico ouve atento as informações que Dan o passava. "Então foi na Krönenberg... bem devo ir até lá." - pensou Eduardo.

- Eu moro próximo a essa taverna. Que tal passarmos lá e bebermos uma boa cerveja? Depois pode voltar para seu acampamento. Não vou abusar de sua boa vontade pedindo para continuar carregando minha maleta. - fala o doutor com um sorriso no rosto.

O doutor antes mesmo de ouvir a resposta do jovem que o acompanhava segue na direção da taverna Krönenberg que já podia ser vista de onde estavam.


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16 Re: Dan - O enforcado em Qui Ago 11, 2011 1:24 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
Dan olhava a porta da taverna, e ele só conseguia pensar em correr dali. Mas por alguma razão, ele não conseguia andar para outro lado que não fosse a taverna. E a cada passo que ele dava, seu coração batia mais forte. A cada passo, seus pensamentos se focavam cada vez mais no rosto daquela mulher... Em seu perfume... Em seu vinho.
Spoiler:
To escrevendo bem??? Ou tá ficando muito tosco? xD

17 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 16, 2011 12:08 pm

AlexBarros

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Dr. Eduardo e Dan chegam a porta da taverna, mas a porta estava trancada com uma placa informando que devido a morte de um dos familiares do dono a taverna estaria fechada por três dias.

- É... pelo visto não vamos poder beber nada por aqui. - disse o médico sem disfarçar um tom de frustração em sua voz.

Ele se vira para o jovem e continua a dizer.

- Dan, daqui prossigo sozinho. Pode deixar. Minha casa é no final desta rua. - diz apontando a direção. - Não se esqueça de fazer com que seu amigo tome siga minhas prescrições. Amanhã no final da tarde passarei no acampamento para vê-lo.

O médico aperta a mão de Dan e segue em direção a sua casa.

Dan olha novamente para a porta não acreditando que não irá ver aquela mulher. Por um lado ele sente um alívio que contrasta com o outro sentimento de necessidade de encontrá-la que não diminuía no peito.

Com aquela sensação no peito Dan perambula pela cidade por alguns minutos, quando seus sentidos parecem que brincam com sua percepção. Alguns metros a sua frete ele podia jurar que vira um vulto feminino entrando numa rua apressadamente.

Dan sentindo seu coração em disparada ante a possibilidade de ser Catarina, segue apressado para onde ele supôs ter visto o vulto entrar.

Ao olhar para o caminho, não mais largo que uma viela ele vê um manto jogado no chão, algumas poças d'água ainda com ondas, o que demonstra que alguém havia passado a pouco tempo por ali. Ao longe na direção para onde a pessoa havia passado ele ouve alguns murmúrios.

Então ele segue os ruídos até uma porta entreaberta, a escuridão da noite e o vento que começava a sobrar indicando que uma forte chuva estava para começar tornavam o ambiente mais sombrio. Os murmúrios estavam cada vez mais intensos.

Dan ao entrar pela porta, silenciosamente, fica frente a frente com ela Catarina. Ela vestia um vestido vermelho como sangue, com um ousado decote que valorizava seu busto, os cabelos soltos e sem a touca comumente usada pelas mulheres a deixava ainda mais encantadora.

Catarina ao vê-lo deixa transparecer um sorriso malicioso no canto da boca. E antes que o jovem esboce qualquer reação ela o abraça e o beija nos lábios enquanto o força para trás saindo assim da sala a qual acabara de entrar, retornando para a viela.

Do lado de fora ela, aproveitando da surpresa, ainda dá alguns passos com o jovem se distanciando. Então a uma certa distância ela para de beijá-lo e diz:

- Dan! O que está fazendo aqui? - a voz de Catarina era doce e suave como fora quando ofereceu a ele o vinho.


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18 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 16, 2011 3:34 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
- Eu...
Dan iria gaguejar se tentasse dar uma desculpa qualquer. Então ele resolveu ser direto... Afinal, deu certo quando ele estava bêbado, não é mesmo?
- ...Estava seguindo você...
Dan desviou o seu olhar dos olhos de Catarina para o chão, sentindo-se atordoado depois do beijo:
- ...Você não sai da minha cabeça!

19 Re: Dan - O enforcado em Qui Ago 18, 2011 8:15 am

AlexBarros

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Catarina sorri para o jovem ruborizada ante tal revelação. Então diz em tom de súplica.

- Sai já daqui então, sou uma mulher casada. Se algum conhecido de meu marido nos vir juntos, ele nos mata. Vá logo. Amanhã nos vemos na Krönenberg.

Catarina pega um lenço entrega para Dan dizendo:

- Leve consigo esta lembrança minha... mas vá rápido. E não olhe para trás.


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20 Re: Dan - O enforcado em Qui Ago 18, 2011 12:51 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
Dan sabia muito bem como um marido traído reagiria. Então, ele simplesmente obedeceu a moça. E saiu correndo, sem olhar pra trás...

21 Re: Dan - O enforcado em Qua Ago 24, 2011 9:57 am

AlexBarros

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Dan correndo sem rumo, pela cidade, segue com a sensação de que algo o observa. Ele então passa a se correr mais rápido até parecer estar seguro.

Exausto por correr, Dan para numa viela, onde se depara com dois homens, um deles o mais alto vestia um manto com capuz que escondia todo o corpo e rosto, o segundo mais baixo trajava roupas nobres e ao reparar que não estavam mais sozinhos interrompe a conversa com o outro.

Neste momento Dan sente um frio percorrer sua espinha, o homem mais alto diz algo num idioma desconhecido para Dan, e parte ficando então Dan e o outro homem frente a frente.

A chuva que era prenunciada, começa. então sob a luz de um relâmpago Dan consegue distinguir o rosto do homem a sua frente.

Era um homem com seus 40 anos com uma barba muito bem mantida, tinha os cabelos bem arrumado. Ou seja se não fosse um nobre era com certeza um homem rico. O olhar altivo indicava que era possivelmente alguém poderoso.

O homem deu alguns passos na direção de Dan que nesse momento vê que ele não estava desarmado. O homem trazia consigo guardada na bainha uma espada longa, arma típica dos nobres que participavam das cruzadas.

- Meu rapaz, posso ajudá-lo com algo? - perguntava o homem com voz simpática.


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22 Re: Dan - O enforcado em Qua Ago 24, 2011 10:01 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
"Ele tem uma espada... O que eu tenho? Punhos e boa vontade... É! As chances são boas!"
Ponderava Dan sobre as suas chances de batalha naquele momento. Sendo assim, com sua melhor encenação:
- Não... Obrigado...
Dan olhou pra trás como se procurasse alguém que corria atrás dele:
- Acho que despistei ele...
Ele respirou um pouco pra recuperar o seu folêgo, e notou o início da chuva:
- Vamos prum lugar mais protegido dessa chuva...

23 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 30, 2011 8:22 am

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- Boa escolha jovem, boa escolha. Conheço um lugar onde poderemos nos abrigar dessa chuva e beber algo para aquecer. Como se chama? - disse o cavaleiro se aproximando do jovem.

A cada passo que ele dava em sua direção sua presença e postura era quase como a de um monarca. Sua aura de imponência era palpável e se fazia sentida.

Ao se aproximar estende a mão indicando o caminho e diz:
- Vamos?


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24 Re: Dan - O enforcado em Ter Ago 30, 2011 10:42 pm

paozinhodebatata


Neófito
Neófito
Por que que do nada, um estranho no meio da rua lhe oferecia uma bebida?
Dan era intrépido, mas aquilo era loucura demais até mesmo pra ele. Isso sem falar na metidez do monarca:
"Argh... Que nojo!"
- Não, obrigado. Tenho trabalho a fazer...
Dan virou de costas e começou a andar sem dar mais satisfações. Exceto por esta:
- ...E meu nome é Dan...

25 Re: Dan - O enforcado em Seg Set 12, 2011 2:31 pm

AlexBarros

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- Espere aí garoto. - As palavras saem pela boca do cavaleiro como se fossem veneno, ao qual não se pode resistir.

Dan não consegue ignorar a ordem e correr dali, como se não mais quisesse partir mas continuar com em companhia do cavaleiro.

- Nenhum mal lhe será feito. Não é prudente correr de volta por um caminho de onde fugia, não acha? Vamos nos abrigarmos e conversar um pouco. Quando achar prudente seguir de volta para seja lá de onde veio, seguirá.



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